domingo, 30 de maio de 2010


Faz dos meus passos secretos
Uma canção,
Leva sobre a relva novas paixões,
Incurável leveza,
Atravessa mil espinhos sem se ferir,
Fere sem nem ao menos dor sentir,
Calmaria,paz,
Novamente algo está errado,
Gritos,sussurros,
Sua vida volta a dar as mesmas voltas em torno de si,
Senso critico ativado,
Outra vez é dada a largada,
Corra,jogue-se sobre os espinhos.,
Reze para ser imune a eles....
Em minha caverna,
Há um por do sol singelo,
Tenho a leve sensação
De não pertencer a esse lugar,
Talvez um dia eu me encontre,
E possa viver realmente da minha forma,
Desigual demais,
Não consigo fechar os olhos pra certas coisas,
Há um novo luar,novas estrelas,
Me levam para lugares desconhecidos,
Queria ao menos poder ser quem realmente sou,
Mas algo me impede de seguir,
Se houvesse algum lugar nesse lugar pra mim,
Mas talvez um dia o encontre...

terça-feira, 25 de maio de 2010




O frio volta aos arredores da alma,
Que se curva diante todo seu poder...
Por mais que congele em graus muito baixos,
Sabe que a alma fria,
Tem impacto surpreendente maior...

Encontra-se distante,distraído...
Mar em fúria,furacões,
Levando mil razões,
Onde nada parece estar...
Simplesmente,alma nunca mais voltará...

Dentro da vida sono breve,
Eleva-se para sonhos profundos...
Guarde-me então em vestígios de lembranças...

sábado, 22 de maio de 2010

Que todas as coisas,
As quais prometi,
Sejam minhas forças,
Para onde seguir...
Sóis só um ser,
Em uma só direção,
Minhas garras,meu poder,
Meu destino está nas minhas próprias mãos..
Anjo junte-se a mim,queira saber viver...
Ao meu lado,sem passado...
Estais a morrer,dia após dia,
E eu peço ensine-me a viver...
Anjo sei que está,
Sempre nesse mesmo lugar...
Me ajude,deixe-me te guiar...
Abrange os sonhos uma breve canção,
Se um coração passar a bater de pressa,
Quem poderá o segurar?
Se a vida segue em rumos obscuros...

Sonhos aflições demais,
Podem sufocar,
Quem vai poder impedir a vida de acontecer?
Se insanos passos levam o corpo entre as ruas da cidade...

Talvez agora falte pouco,
Pouco pra tudo acabar,
E novamente recomeçar...

O filme volta a passar,
Com as mesmas tristezas e temores...

Só espero que todas as minhas prisões estejam seguras,
Pois elas me protegeram do mundo lá fora...
Escuridão e frio,

É um estado que não mudará,

Não se atreva a tocar em mim...

Fique longe,o suficiente pra não ser atingido por meus espinhos,

Posso ferir a quem tentar....

E não quero feri-lo,

Nem ferir-me novamente,

Cansei de tentar viver...

Não posso estar em constante observação...

O calor que vem de você atinge minha alma...

A brisa que o vento trás,congela meu coração,

E a sinfonia da sua voz,estremece minha pele fria...
Não se atreva a chegar próximo de mim...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Velhas fotografias,
Lembram o passado,
Mas quem quer lembrar?
Só o presente pode dar o sentido exato...
Revistas velhas,datas antigas...
Lembre-me de esquecer...
Lembre-me de deixar tudo pra lá...
Esquecer,essa é a palavra pra felicidade nesse momento...
Esqueça-se também...

Caminhando por ruas,
Novamente as mesmas,
Lembranças voltam,
Como fantasmas a assombrar,
Quem precisa delas?
Esqueça-as,
Me lembre de esquece-las...
Me lembre de deixar tudo pra lá...
Esqueça-se também...

terça-feira, 18 de maio de 2010


Quebraram as correntes
Mesmo assim ninguém encontra as saídas na escuridão...
Quebraram as correntes,
O segredo segregado através dos tempos jamais se revela...
Cala-te,escute...
O som dos prantos das noites mal dormidas...
Quebraram as correntes,
Num momento de terror,
Onde tempestades vinham sem piedades...
Quebraram-se,partiram-se...
Todas as fugas imbecis dos moradores dessa caverna...
Roubaram-lhes a vida...
Quebraram-se as correntes...
Libertaram um pobre coração,
Que cegou-se com a luz divina e ferido volta a escuridão...
Quebraram-se as correntes,
Não com intuito benéfico do bem geral...
Mas com a certeza de que era chegada a hora de uma nova cicatriz...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Quando tento ver as cores como realmente são,
As estradas escuras voltam a surgir,
Sem nem ao menos nada me mostrar,
Seguem o ritmo insano da musica do silencio...
Estrelas se escondem,não podem brilhar mais...

Seria pra sempre aquele luar,
Mas algo se partir naquele momento...
Não vou dizer que posso conseguir,
Se todas minhas forças foram levadas...

Sorrir é difícil demais,
Queira menos de mim...
Sorrir é difícil demais,
Queira sorrir pra mim...

Lágrimas podem cair,
Mas sabe-se que sem águas não há plantas que consigam sobreviver..
Meus pés já podem sentir,todo peso que há em meus ombros,
Por favor,só fique mais um segundo comigo...
Sem dizer uma palavra,pois agora...
Sorrir é difícil demais...
Queira sorrir pra mim...

A dor volta
Tranca-se todas as portas
Quero estar só,
Pra ver esse meu mundo totalmente desigual...
Deixe-me correr para longe,
Fugir de tudo e de todos,
Poder respirar novamente...
Aquele mesmo ar,
Que leva as folhas das árvores para longe,
Ninguém se importa para onde elas irão...
Ninguém se importa...
Tento seguir as horas do relógio,
Nada parece distrair-me,
Do que eu preciso?
Quem se importa?
Nada pode ser feito,
Nada muda,nada é realmente como se espera...
Há uma nova canção,
Tocando ao fundo da minha alma,
Não se cansa de repetir,
Coisas que já não quero ouvir...

Asas partidas,
Anjos não pode mais voar...
Sua sentença foi dada,
Um novo mundo,pode ser transformado
Se não houver mais escolhas a fazer...
Você fecha os olhos para as coisas que estão perto,
E tenta viver...
Mas esquece,que viver é mais uma ilusão que alimenta-se de sonhos,
Esquece que não depende nada de você...
Que buscar algum sentido não o faz existir...
Grite com toda suas forças,pois não resta mais luz,
Seu caminho não tem saídas...
E o céu cada vez está mais distante...
Eu queria poder ver novamente as mesmas coisas que via antes...
Mundos diferentes,nada muda no final...
Sempre permanecerá,
As asas partidas...
Os anjos caídos,
Ninguém consegue-os salvar...

domingo, 16 de maio de 2010

Em apenas um segundo já sei o que será,
Sombras sobre um céu cinzento,
Encobertas por nuvens negras encontra-se...
Encobertas,apenas no obscuro da noite,
Sobre uma forte chuva,
As fumaças se contraem em gotas de águas,
E são levadas pelo vento,
Descreve-se outra vez,
Descreve-se sem descrição...
Foge sem razão...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Quebraram as correntes
Mas ninguém encontra as saídas na escuridão...
Quebraram as correntes,
O segredo segregado através dos tempos jamais se revela...
Cala-te,escute...
O som dos prantos das noites mal dormidas...
Quebraram as correntes,
Num momento de terror,
Onde tempestades vinham sem piedades...
Quebraram-se,partiram-se...
Todas as fugas imbecis dos moradores dessa caverna...
Roubaram-lhes a vida...
Quebraram-se as correntes...
Libertaram um pobre coração,
Que cegou-se com a luz divina e ferido volta a escuridão...
Quebraram-se a corrente,
Não com intuito benéfico do bem geral...
Mas com a certeza de que era chegada a hora...