Verdades,secretas,
Me fazem lembrar você...
Sobre as coisas que pensou em dizer...
E eu sei,de todas essas palavras,que seu
coração transpareceu pra mim...
Um anjo sobre meus tormentos...
Onde meus sonhos não encontram mais fim....
E eu sei,que agora pode ouvir,
O som incerto e confuso da minha alma...
E minha alma esclarecer....
Então venha encontrar meu mundo...
Venha,transformar num toque minha vida...
E trazer a paz que só em você encontro...
Eu poderia ser,muito melhor com você...
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Frases estranhas,
Em conjunções sem fim...
As paredes se afastam de mim...
Olhos cegam-se,
Onde o sol procura chegar,
Em caminhos intocáveis,
E a brisa retorna ao mar...
As preces voltam...
As horas e os dias passaram como águias distantes...
Breves lembranças,que dão aconchego....
Breves caminhos,que não voltaram...
Os sonhos jogados sobre a velha mesa,
Ainda permanecem lá...
A procura de uma alma que os faça renascer...
Em conjunções sem fim...
As paredes se afastam de mim...
Olhos cegam-se,
Onde o sol procura chegar,
Em caminhos intocáveis,
E a brisa retorna ao mar...
As preces voltam...
As horas e os dias passaram como águias distantes...
Breves lembranças,que dão aconchego....
Breves caminhos,que não voltaram...
Os sonhos jogados sobre a velha mesa,
Ainda permanecem lá...
A procura de uma alma que os faça renascer...
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
E o tempo passa...
Como se pudesse levar com ele todas as dores...
Voa,como se ouvesse leveza...
Se debate contra as folhas como se encontra-se caminhos...
Em velhas pegadas...
Eternas marcas na memória...
Fracas sombras de um passado...
Perdidas,luzes...
Onde o sol não encontra,
Os sonhos contidos nas noites de luar,
Causam-lhe medo...
Assombro,pavor...
Então esconde-se nas mentiras...
Tentando mentir pra si mesmo...
Como se pudesse levar com ele todas as dores...
Voa,como se ouvesse leveza...
Se debate contra as folhas como se encontra-se caminhos...
Em velhas pegadas...
Eternas marcas na memória...
Fracas sombras de um passado...
Perdidas,luzes...
Onde o sol não encontra,
Os sonhos contidos nas noites de luar,
Causam-lhe medo...
Assombro,pavor...
Então esconde-se nas mentiras...
Tentando mentir pra si mesmo...
Mar em fúria,
A busca insana é retomada...
Sonhos são jogados ao vento...
Onde o sol jamais poderá chegar...
Corre a procura de um caminho...
Cega-se com a escuridão,
Sonhos jogados ao vento...
Onde as curas já não podem chegar...
Silêncio das águas,
Em lágrimas estão os olhares...
Sonhos jogados ao vento...
Onde a verdade se esconde...
Olhos negros,
Refletindo a noite...
Em sonhos jogados ao vento...
Onde sonhos são apenas sonhos e
o resto não importa mais...
A busca insana é retomada...
Sonhos são jogados ao vento...
Onde o sol jamais poderá chegar...
Corre a procura de um caminho...
Cega-se com a escuridão,
Sonhos jogados ao vento...
Onde as curas já não podem chegar...
Silêncio das águas,
Em lágrimas estão os olhares...
Sonhos jogados ao vento...
Onde a verdade se esconde...
Olhos negros,
Refletindo a noite...
Em sonhos jogados ao vento...
Onde sonhos são apenas sonhos e
o resto não importa mais...

Versos atroz em melodias ao fim...
Preces são esquecidas e promessas quebradas..
Onde estará o novo brilho a salvar as almas ?
O sangue verte nas veias,
A procurar uma fuga por entre as mãos...
Velhos sonhos são jogados pelas ruas,
E a volta só há a escuridão...
O frio invade por entre frestas entreabertas,
A sombra da noite retoma seu destino...
Breve sons jogados ao vento...
Breves instantes de lucidez...
Escreve como se entende-se...
Chora como se ainda sentisse...
E sorri,ao pensar que engana...
Mas mente...Mente como uma criança e seus medos...
Esconde-se sobre seu forte seguro...
Onde a vida jamais vai bater na porta...
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Há uma porção,
Irremediável,querendo uma gota de oceano...
Uma cicatriz incurável,
Qual ondas em rondas não podem levar...
Navega por dias a fio,
Apenas tentando encontrar...
Mais uma bela canção,
Onde possa jogar-se sem sentir medo...
E o que espera,
Está tão próximo...
Tão longe a muito tempo,e ao mesmo tempo se vai...
Como se houvesse em algum lugar,
Tudo aquilo que se espera...
A dor retorna a caixa,
Caixa de sonhos jogados sobre a velha mesa...
Ninguém a vê...Ninguém a verá...
E suas buscas se tornam insanas...
E a cicatriz,latente busca apenas parar de doer...
Irremediável,querendo uma gota de oceano...
Uma cicatriz incurável,
Qual ondas em rondas não podem levar...
Navega por dias a fio,
Apenas tentando encontrar...
Mais uma bela canção,
Onde possa jogar-se sem sentir medo...
E o que espera,
Está tão próximo...
Tão longe a muito tempo,e ao mesmo tempo se vai...
Como se houvesse em algum lugar,
Tudo aquilo que se espera...
A dor retorna a caixa,
Caixa de sonhos jogados sobre a velha mesa...
Ninguém a vê...Ninguém a verá...
E suas buscas se tornam insanas...
E a cicatriz,latente busca apenas parar de doer...
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Vejo o sol
E meus olhos tentam apenas refleti-lo...
Seu rosto estará lá...
Sempre vai estar,
A espera de um novo sonho...
Onde tudo faça sentido outra vez...
E as cartas que ocultei serão abertas...
Aonde eu for...
Haverá um novo amanhecer...
E a ilusão,será novamente um passado distante...
Suas palavras soam,
Como uma canção...
E as coisas jamais ditas,
São as mais entendidas para mim...
E meus olhos tentam apenas refleti-lo...
Seu rosto estará lá...
Sempre vai estar,
A espera de um novo sonho...
Onde tudo faça sentido outra vez...
E as cartas que ocultei serão abertas...
Aonde eu for...
Haverá um novo amanhecer...
E a ilusão,será novamente um passado distante...
Suas palavras soam,
Como uma canção...
E as coisas jamais ditas,
São as mais entendidas para mim...
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