E a vida segue seu curso,
Raro e comum,solitário e longínquo...
Tentando arrebatar estradas,caminhos sós...
Em suas estrelas brilho certo,
Onde mãos não podem tocar...
Apenas doces lembranças...
Abrandando as feridas de um coração...
E nas melodias incertas dos sons da noite,
Retorna a breve sensação,
Da vida ser um sonho que passa,
Em acordes insanos da alma...
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011

Colhendo estrelas sombrias pelo chão,
Em uma noite enluarada,
Pequenos gestos mostrando verdades,
Quais me nego a ver...
O que você espera de mim?
Se fujo de seu olhar sempre,
Porque ainda não desistiu?
Algum motivo,certo deve existir...
Quero descobrir...
Você olha nos meus olhos,
Mas eu não paro de falar...
Como se pudesse assim fugir...
Toda vez que tenta me dizer...
O que seus olhos a todos momentos dizem...
Só quero descobrir,
Se a escuridão pode se tornar minha eterna morada,
Ou se ainda posso ver uma luz,
Vindo de um lugar tão distante,
Enquanto penso em você...
E o tempo leva todas as minhas chances...
E talvez seja tarde demais agora...
Só quero saber,
Se ainda posso fazer seus olhos brilharem...
Só quero descobrir,deixe-me descobrir...

Porta fechada,
Há apenas um ponto de luz...
Vela a queimar,sobre a mesa...
Em antigas recordações,
Nada mais voltará a ser como antes...
Mas ainda engana-se com a própria ilusão,
Como se a dor pudesse ser remediada...
Quer o que?Enganar-se sempre?
Talvez apenas por mais um dia...
Quem sabe por mais uma noite...
E o resto voltará a ser vazio...
Porta fechada...
Vela a queimar,
Tudo está partindo,junto de seus sonhos...
E é tão estranho contemplar a própria face...
Pois não se reconhece mais...
Nem um misero traço...
Há apenas um ponto de luz...
Vela a queimar,sobre a mesa...
Em antigas recordações,
Nada mais voltará a ser como antes...
Mas ainda engana-se com a própria ilusão,
Como se a dor pudesse ser remediada...
Quer o que?Enganar-se sempre?
Talvez apenas por mais um dia...
Quem sabe por mais uma noite...
E o resto voltará a ser vazio...
Porta fechada...
Vela a queimar,
Tudo está partindo,junto de seus sonhos...
E é tão estranho contemplar a própria face...
Pois não se reconhece mais...
Nem um misero traço...
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Espalha-se sobre o chão,
Sonhos vastos,
Embriagando a brisa de sentimentos,
Sonhe,sonhe...
Não acorde...
Pois a realidade há de vir...
Novamente é noite...
Sol se esconde,
Você internamente grita e chora,
De novo,noite pós noite...
E eu presencio toda vez essas cenas...
Em imagens contorcidas...
Não sonhe,não sonhe...
Acorde...
Pois na realidade eu o espero...
Sonhos vastos,
Embriagando a brisa de sentimentos,
Sonhe,sonhe...
Não acorde...
Pois a realidade há de vir...
Novamente é noite...
Sol se esconde,
Você internamente grita e chora,
De novo,noite pós noite...
E eu presencio toda vez essas cenas...
Em imagens contorcidas...
Não sonhe,não sonhe...
Acorde...
Pois na realidade eu o espero...
Até o fim dos amargos dias...
Em melodias sem rimas...
Onde o tudo não é nada...
E nada é tudo...
Simplesmente quando se ve a vida passa...
Segue seu ritmo desmedido...
Ninguém o vê...
Nas horas vazias,
O tempo leva sem piedade todas as chances de mudar....
Dias amargos chegam ao fim...
Com rimas ou sem,a vida segue...
Assim,como um poema velho mal escrito...
Em melodias sem rimas...
Onde o tudo não é nada...
E nada é tudo...
Simplesmente quando se ve a vida passa...
Segue seu ritmo desmedido...
Ninguém o vê...
Nas horas vazias,
O tempo leva sem piedade todas as chances de mudar....
Dias amargos chegam ao fim...
Com rimas ou sem,a vida segue...
Assim,como um poema velho mal escrito...
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Oh doces sonhos das noites sombrias...
Venha cobrir com seu manto negro meus olhos cansados...
Em olhares distantes que corroem a ausência incerta...
Alguém ei de compreender cada linha e cada palavra que eu proferir...
Antes que tarde demais seja meus tormentos...
E dos sonhos não acorde mais...
Oh doces incessantes sonhos banidos da realidade...
Levai-me daqui...
Pra tão longe o quanto puder...
Salvai...A parte de mim que ainda sente...
E retornarei a pressentir,
Cada sonho só teu...
Oh...Essa é a melhor parte de mim...
Tão só,tão unicamente minha...
Que em sonhos vastos,seus sonhos se tornam meus...
Venha cobrir com seu manto negro meus olhos cansados...
Em olhares distantes que corroem a ausência incerta...
Alguém ei de compreender cada linha e cada palavra que eu proferir...
Antes que tarde demais seja meus tormentos...
E dos sonhos não acorde mais...
Oh doces incessantes sonhos banidos da realidade...
Levai-me daqui...
Pra tão longe o quanto puder...
Salvai...A parte de mim que ainda sente...
E retornarei a pressentir,
Cada sonho só teu...
Oh...Essa é a melhor parte de mim...
Tão só,tão unicamente minha...
Que em sonhos vastos,seus sonhos se tornam meus...
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