Podem deixar de ouvir confusas vozes...
Como ecos além confundem seus rumores,
Tão vasta imensidão da noite,
Como a claridade dos dias...
Verte confusamente o crime e o benefício...
Nos teus olhos as vestes noturna,
Das estrelas provéns ou dos negros abismos?
Pisando mortos vais,com ar de desencanto...
Quando fecha os olhos por outono ardente,
Guia-me ao teu aroma á luz de novos astros...
Tu que tens como um punhal em mãos,
Palavras ásperas,
Ao seu destino se rende...
Implorei ao punhal veloz,
Em noites claras repulsivas,sós...
Vem ao meu coração,surda alma saudosa...
terça-feira, 30 de março de 2010

Sussurros por olhares misteriosos,
A negra e densa noite cai sobre memórias.
O silêncio das horas,abre suas asas,
Sobre o frio,a luz se apaga...
Lágrimas em busca de redenção...
Longe demais para tocar o céu,
Para sentir o agito dos oceanos,
No cortante vento norte,
Leva folhas,toca pétalas de flores,
Ao despertar da alma,
Uma sublime,sensitiva sensação de encontro...
Engana-se,pede,implora...
Uma busca sem fim,
Buscas por uma brisa leve,
Por um doce som,
Pelo toque de pele...
Em um olhar,o brilho incomum,
Em manifestações da alma,
A canção que faz um coração bater...
Tudo está inacabado...
Como frases sem sentido...
Esse não é o fim...
domingo, 28 de março de 2010

Sussurros por olhares misteriosos,
A negra e densa noite cai sobre memórias.
O silêncio das horas,abre suas asas,
Sobre o frio,a luz se apaga...
Lágrimas em busca de redenção...
Longe demais para tocar o céu,
Para sentir o agito dos oceanos,
No cortante vento norte,
Leva folhas,toca pétalas de flores,
Ao despertar da alma,
Uma sublime,sensitiva sensação de encontro...
Engana-se,pede,implora...
Uma busca sem fim,
Buscas por uma brisa leve,
Por um doce som,
Pelo toque de pele...
Em um olhar,o brilho incomum,
Em manifestações da alma,
A canção que faz um coração bater...
Tudo está inacabado...
Como frases sem sentido...
Esse não é o fim...

Parece que tudo digo não faz sentido,
Vou vivendo de lembranças que nunca existiram,
Meu olhar,oceano de lágrimas,
Minha história nem começou...
Sou a única razão,
Sou apenas feita de emoção
Se meus pés deixam o chão,
Não há quem possa evitar minha queda...
Outra vez,
Vejo tudo se acabar...
Outra vez,
Não sei onde vou parar...
Porque não posso mais crer em algo,
Minha vida,preciso resgatar..
Já me perdi,
Porque não posso resistir,
Ao encanto desse seu olhar...
sexta-feira, 26 de março de 2010
Absolutamente nada...
O nada o vazio,
Preenchendo-se das tristes canções da vida...
Ao cair da noite,
Todas as sombras voltam...
As folhas das árvores caem sobre a terra...
A lua,só,está no alto,
Tentando ser o brilho da noite...
Oh porque tudo parte assim?
Refugia-se do mundo em seu universo particular...
Seus olhos imploram por resgate,
Suas palavras dizem que bem lá está...
O medo,
Medo de respirar o ar...
Seu refugio sempre o protege...
E a alma implora por ação...
Implora por emoção...
Mas a frieza,uma máscara a mais,
Congela qualquer busca pela vida...
Medo...medo de encontrar-se...
Medo de perder-se...
O nada o vazio,
Preenchendo-se das tristes canções da vida...
Ao cair da noite,
Todas as sombras voltam...
As folhas das árvores caem sobre a terra...
A lua,só,está no alto,
Tentando ser o brilho da noite...
Oh porque tudo parte assim?
Refugia-se do mundo em seu universo particular...
Seus olhos imploram por resgate,
Suas palavras dizem que bem lá está...
O medo,
Medo de respirar o ar...
Seu refugio sempre o protege...
E a alma implora por ação...
Implora por emoção...
Mas a frieza,uma máscara a mais,
Congela qualquer busca pela vida...
Medo...medo de encontrar-se...
Medo de perder-se...
quinta-feira, 25 de março de 2010

Há uma dor na alma...
Que o tempo não faz passar...
De onde veio,qual objetivo?
Não se sabe responder...
Lágrimas de sangue,
Vejo,sobre seu rosto...
Lágrimas de dores,
Vejo em você...
As escolhas,o caminho a percorrer,
São coisas que não são fáceis de responder...
As luzes se apagam,
Há só um quarto escuro outra vez...
Pode se entregar a maldição agora...
Ninguém mais pode ver...
Lágrimas de sangue...
Lágrimas de dores...
Vejo em seu rosto...
Vejo em você...

Só de você...
Falar de você...
Porque palavras me fazem escrever,
Singelo som,que abrange a alma,
A transparência,que aflige...
Só de você...
Falar de você...
A mesma parte que há em mim...
Só um doce olhar,
Compreende,entende...
Afoga-se,em um mar sem fim,
Fecha seus olhos,cala-se...
Procurando,a direção certa,
Mas mal sabe que não há caminhos aqui...
Só de você...
Falar de você...
Na memória,ilusões que não podem ser...
Um segredo a mais,
Partes desiguais,mas que se completam...
Só você...
Meu anjo meu...
Tão somente só está...
Anjo meu...
Levou de mim a vida...
E se perdeu em algum lugar...
Só de você...
Falar de você...
Não me atrevo, pois me recuso ver inteiramente quem és...
quarta-feira, 24 de março de 2010

Sobreviver ao meu lado obscuro,
Algo difícil...
Sigo nos refúgios de meu mundo...
Livros em que um dia pensei em escrever,
Musicas que pensei em compor e cantar...
Pedaços de mim...
Como um espelho quebrado...
Mil partes sou...
Vejo você tentando montar os pedaços de mim...
Peço que não tente mais...
Creio que não há concertos...
E não quero feri-lo com algum pequeno fragmento quebrado meu...
Você se vê através de mim...
Entra em conflito,
Cala-se...
Por favor,lembre-se e cuidado...
Sou apenas um espelho quebrado a refletir sua face...

Meu refugio secreto,
Venho a superfície da minha alma para visita-lo...
A dor nada mais é do que uma entrega,
Em páginas e mais páginas,
Encontra apenas uma imensidão de combinações de letras...
Quem há de entendê-las?
Quem há de desvendá-las?
Em sublimes e continuas letras,
Seguem,dizendo o que não dizem...
Poderia descrever os trajetos marcantes de uma lágrima,
Quando todo seu ser sofre,
O corpo não resiste,
Seus olhos choram...
É incrível como questões inúteis são consideradas,
E como os sentimentos são predestinados...
Quem pensa viver,não vive...
Quem pensa morrer, não morre...
O sorriso é apenas um disfarça,
Mas disfarce de que?De quem?
Queria ignorar tanto quanto os que ignoram a real vida...
Quem sabe assim,conseguiria deixar pra lá,
Tudo que sinto a minha volta...

Volto novamente a me refugiar em versos tolos,
Em busca de alguém que compreenda minhas palavras,
Sim,é exigir demais,
Nem eu as compreendo...
Sigo vendo o por do sol,
Sol que não chega realmente até meu olhar,
Aquele brilho se perdeu...
Canso de desvendar as suas perguntas,
Uma delas faz com que meu nível absurdo de tristeza só aumente...
Nada posso fazer,a impossibilidade retorna a vida...
O além não seja suficiente talvez...
Não entendo porque só consigo manter uma conversa comigo mesma...
Não minta pra mim,não deixe que eu minta pra você...
Salve minha alma,
Compreenda meu olhar,
Tente... Tente...
Porque jamais desistirei de você...
Mas você?
Quem és?Onde está?
Meus olhos me cegam,
Minha voz me trai...
Meu olhar permanece no silencio...
terça-feira, 23 de março de 2010

A sentença clara,
Dos sons raros que hoje posso ouvir,
O outono volta,
A vida passa,
Sobre a janela da minha muralha vejo a vida...
Tanto trabalho para construir paredes sem fim...
Tudo invão...
A qualquer momento tudo pode desmoronar...
Constante busca sem direção,
Seguindo caminhos...
Mas se minhas escolhas ferem-no,
Deixo-as para lá...
O filme deixo seguir,
Sendo platéia...
Agindo apenas obscura por sua visão...
Se minhas escolhas ferem-no...
Deixo-as para lá...
Sobre minhas muralhas seguirei,não as tente derrubar...
Há em algum lugar,
Sobre a brisa,uma espera...
Onde sons se completam na mais bela sinfonia...
Olhando para o infinito,
Vendo o filme de sua vida passar...
No farol alguém me espera...
Vou para lá...
Começo a pensar no vazio da vida,
Lágrimas sobre meu rosto posso ver sobre a imagem do espelho,
E em meus sonhos posso vê-lo chorando também...
Triste ilusão,
Talvez nada exista...
Velhas folhas são jogadas ao vento...
Eu me canso de escrever pobres linhas sem fim...
Alguém me espera...
Insisto em acreditar...
Mas não se pode sentir falta da ausência de um sonho...
Saudades do que ainda desconhece...
É apenas a triste ilusão a assombrar...
No fim,apenas há existência nos sonhos...
Ninguém no farol a me esperar...
Sobre a brisa,uma espera...
Onde sons se completam na mais bela sinfonia...
Olhando para o infinito,
Vendo o filme de sua vida passar...
No farol alguém me espera...
Vou para lá...
Começo a pensar no vazio da vida,
Lágrimas sobre meu rosto posso ver sobre a imagem do espelho,
E em meus sonhos posso vê-lo chorando também...
Triste ilusão,
Talvez nada exista...
Velhas folhas são jogadas ao vento...
Eu me canso de escrever pobres linhas sem fim...
Alguém me espera...
Insisto em acreditar...
Mas não se pode sentir falta da ausência de um sonho...
Saudades do que ainda desconhece...
É apenas a triste ilusão a assombrar...
No fim,apenas há existência nos sonhos...
Ninguém no farol a me esperar...

Um punhal fere-o...
Cravado profundamente...
Segue mesmo assim,com um falso sorriso...
Escondendo o sofrer...
Cada passo é sacrifício,
Cada amanhecer nova dor...
Sigo enquanto isso a usar das palavras,
Uma forma de conforto...
Unuteis,eu sei...
Repetitivas,já ditas ou não...
Continuam a ser apenas palavras...
As trago de meu mundo de sonhos,
Mas ao proferi-las,soam como simples palavras...
Vou ao infinito,tento torna-las superiores de alguma maneira...
Mas minhas palavras como tantas outras,
São apenas palavras...

Andando por uma estrada desconhecida,
Posso prever que estarei na escuridão...
Nada mais me assusta,
Apenas deixe-me cair...
Tal pereço ao preço das horas...
E nada poderá fazer...
Volto a nomear meus objetos solitários,
Minhas peças de quebra cabeças...
Incertas sem saber a qual parte pertencem...
Contam as horas para ingressar a algum lugar....
Para onde vão?
Responda-me...
O cortante vento bate contra a vidraça,a conte-lo,
O anjo obscuro está a observar...
No cair das noites se finda os dias,
Dias nos quais,nada procura e nada consegue achar...
Dança sobre a chama da vela a borboleta,
Sem cores está,pois cada alegria foi levada pela luz do sol...
Sobre o leito a despertar do sonho breve,
Um anjo preso está...
Continuo sobre estradas escuras...
Não mais desconhecidas são...
Nada mais me assusta,
Apenas deixe-me cair...
Tal pereço ao preço das horas...
E nada poderá fazer...
Ao menos que meu anjo possa libertar...
segunda-feira, 22 de março de 2010
Tentei dizer mil coisas,
Mas nada parece ter sentido...
Fecho os olhos e o tempo passa...
De vagar de mais...
Sobre mim a descansar em silêncio...
Palavras que não me atrevo a proferir...
Toda a escuridão abrange novamente minha alma,
Queria ao menos não ver...
Ao menos não sentir...
Quando seu olhar foge,
Quando as suas palavras não falam...
Eu sinto...pressinto...
Tudo que não queria sentir...
Tudo que não queria ver...
Tentei dizer mil coisas...
Mas não se pode ainda entender a linguagem de um olhar...
Mas nada parece ter sentido...
Fecho os olhos e o tempo passa...
De vagar de mais...
Sobre mim a descansar em silêncio...
Palavras que não me atrevo a proferir...
Toda a escuridão abrange novamente minha alma,
Queria ao menos não ver...
Ao menos não sentir...
Quando seu olhar foge,
Quando as suas palavras não falam...
Eu sinto...pressinto...
Tudo que não queria sentir...
Tudo que não queria ver...
Tentei dizer mil coisas...
Mas não se pode ainda entender a linguagem de um olhar...
sábado, 20 de março de 2010

Sou uma pedra fria...
Retornando novamente ao frio das horas...
Sou a brisa suave e o vento que causa os furacões...
Os ponteiros irregulares de um relógio,
Que ao menos duas vezes por dia está certo...
Sou a queima de um vulcão que ainda adormece...
Mas não esquece que pode destruir quando não conseguir conter-se...
Sou os alicerces de grandes construções,
A servir de apoio e segurança quando bem estruturado...
Posso ser o dia de sol,
Ou a tempestade mais intensa...
Posso me tornar a própria lua,distante e intocável...
Como também as águas do mar...envolventes para quem se render a elas...
Sou um segredo nunca revelado,
Que se modifica e solidifica cada dia mais...
Coletando palavras,frases,ensinamentos,exemplos,erros...
Transformando a mim mesma,para mais perto de quem sou...
Um segredo não revelado,em busca de revelação...
Grata sempre por ser diferente e ao mesmo tempo,ou não,igual...
Eu crio meu próprio mundo...
Posso ser quem eu quiser...
Ou ser inteiramente a parte que você aprender despertar em mim...

Ouço o seu silêncio,
E descubro que posso ver através de seu olhar,
Há um som breve em suas palavras,
Me fazendo saber o instante real em que inicia seu sorriso...
Há também um olhar seu,a me revelar uma tristeza inesperada...
Uma expressão em seu rosto,
Gritante em silencio que seu dia não está bom...
Ou apenas pedindo um pouco de atenção...
As vezes também,me dizendo o quanto o dia foi bom...
A prévia de uma frase previsível,
E a resposta já programada em mim...
O olhar,sempre o olhar,
Volta a me falar sem nem ao menos palavras pronunciar...
Que novamente algo esconde de mim...
Guardado em um oceano profundo de indecisões...
Obscuro por opiniões...
Sei exatamente quando lágrimas molham esse seu rosto,
Se soubesse o quanto dói em mim saber disso...
Talvez nunca mais lágrima deixasse cair...
Por seu olhar...o olhar...sempre o olhar...
Percebo o quanto conheço você...

Espalha-se pelo chão,
Tudo aquilo que passou,
Todas as pequenas frases não ditas,
Insisto ainda para que você...
Acorde,veja o sol,
Acorde, acorde,
Pois não agüento mais...
Desperte por favor...
Acorde veja o sol...
Juramentos...
Pode ser pra sempre.
Pode ser um novo mundo,
Um enigma jamais desvendado,
O segredo não revelado,
Acorde,acorde...
Pois não agüento mais...
Olhares me ferem,
Palavras se enfrentam diante a mim,
Ouço o silêncio,mas também todas as
palavras absurdas ao meu redor,
Pessoas passam,há as que tentam ficar...
E eu aqui pereço a cada instante...
Acorde,acorde...
Por favor,acorde...
Desperte para ver o seu sol...
O fogo queima incessantemente,
As cinzas caem sobre a terra...
Os sons das águas levam vestígios de um passado...
As flores estão caídas...
O ar aos poucos deixa os pulmões...
Tudo muda em um instante...
A vida se esvai sobre as ondas da brisa solene que passa...
Os olhos estão se fechando...
Os batimentos deixam de ser freqüentes,
Causando menos som do que os ponteiros do velho relógio...
Um gosto de sangue chega ao paladar...
É a vida que quer partir...
Ao som de uma voz conhecida...
Ao perfume que traz de volta o ar...
Ao toque da pele,
Volta a retornar aos poucos a vida...
As cinzas caem sobre a terra...
Os sons das águas levam vestígios de um passado...
As flores estão caídas...
O ar aos poucos deixa os pulmões...
Tudo muda em um instante...
A vida se esvai sobre as ondas da brisa solene que passa...
Os olhos estão se fechando...
Os batimentos deixam de ser freqüentes,
Causando menos som do que os ponteiros do velho relógio...
Um gosto de sangue chega ao paladar...
É a vida que quer partir...
Ao som de uma voz conhecida...
Ao perfume que traz de volta o ar...
Ao toque da pele,
Volta a retornar aos poucos a vida...
quinta-feira, 18 de março de 2010

Vosso sonhos sangrentos,
Páginas em branco de uma vida...
O vermelho vinho percorre as linhas de suas mãos,
Então fecha seus os olhos...é quando menos cego estás...
Vossas palavras foram confrontadas,
Vosso olhar desafiado,
Mas permanece,
Sem um motivo real para o combate...
Canta as canções solenes,
Mas não as entende...
Cantais,então os versos em prosa dos amanheceres,
Aguarda a vinda do sol, Para cair novamente,
Pare render-se ao seu abismo....
Intocável, preenche páginas em branco...
As joga fora...
Julga a si mesmo como forma de punição...
Sorri com amargura,
Finge que pulsa o coração,
Respira junto às cantigas da noite...
Ao luar adormece,
E esquece que viver é preciso...

Sobre os balanços,
Sobre as marés...
Um olhar,um sorriso breve,
Todo o sentido de uma vida se renova,
Mergulhando na mais profunda lágrima....
Eu o avisei sobre os riscos,
Agora não vejo caminho algum,
Todas as perguntas estão em seu olhar...
Mas não sei como responde-las,
Sei dos seus medos,
Sobre tudo que há em você...
O que ainda não sei,é o que lhe dizer...
Seus pensamentos,suas palavras,todas contraditórias...
Se debatem...
Não há o que fazer...
Sobre o tocar da brisa na pele,
Procuro formas de conduzir respostas,
Respostas,quais palavras não podem responder...

Caindo sobre o chão,
Lentamente se desfaz cada pedaço...
Novas fórmulas de salvação,
Novos efeitos tudo invão,
O sol sempre estará lá,
Mesmo que seja preciso um momento de escuridão...
Meu anjo mais escuro,meu sedutor da noite...
Quando vais embora,
Tudo perde o sentido,palavras são apenas jogadas ao silencio...
Todas as verdades se tornam mentiras,
Ao abrir suas asas,sobre a noite,
Tudo que resta é puro...
Odeio essa tristeza de seu olhar,
E as lágrimas que caem deles...
Odeio não pode-las trazer todas só pra mim...
Pois anjo,sua dor também doi em mim...
Mas você foge,foge...
Tento não ver,
Isso tudo que hoje vejo,
Pensamentos obscuros demais...
Não, não... Ao menos não senti-los...
Onde uma fagulha se torna a queima da maior chama,
Onde gotas de chuva,tornam-se em um instante o oceano...
segunda-feira, 15 de março de 2010
As ondas do mar,
Seguem seu curso...
Levam-me os instantes das horas...
Gotas de chuva caem sobre mim,
Gotas de lágrimas caem sobre nós...
Segue os caminhos,olha para as horas,
Se defronta com o espelho,
E vê o castigo do tempo...
O que torna sua alma reflexo de um espelho,
Se não a transparência do ser...
O que tornará a vida mais bela...
Se não a leveza de um olhar...
Seguem seu curso...
Levam-me os instantes das horas...
Gotas de chuva caem sobre mim,
Gotas de lágrimas caem sobre nós...
Segue os caminhos,olha para as horas,
Se defronta com o espelho,
E vê o castigo do tempo...
O que torna sua alma reflexo de um espelho,
Se não a transparência do ser...
O que tornará a vida mais bela...
Se não a leveza de um olhar...
domingo, 14 de março de 2010

Gotas caem sobre a janela,
]O gosto amargo ainda perturba...
Queima uma chama de vela sobre a mesa,
Resta ainda uma pequena luz...
Em mil perguntas desnecessárias,
Encontro em você tudo que procurei,
Fecho meus olhos pra não ver,
As verdades de um olhar,
Calo-me para ouvir,as mentiras que você tenta me falar...
Grito em silencio sobre a escuridão,
Com as mesmas dores suas...
Nenhum sentido vejo,nenhuma direção...
Não há mãos estendidas para guiar...
Sobre as preces resguardo minhas palavras...
E nas horas onde a chuva molha minha janela,
Estarei a sua espera...
Ao cair da noite adormece,
Fecha seus olhos,procura não sonhar mais...
A realidade é o que resta...
Sem mais perguntas,
Diga qual o próximo passo agora?
Se tudo perder o sentido
Suas lágrimas voltaram,
Torna-se terno o modo como seu olhar procura abrigo,
Torna-se constante o silencio das palavras...
E todas as coisas voltam para seus lugares...
É sempre a mesma coisa,
Como se pressentisse o passado presente...
Só a realidade é o que resta...
Realidade qual,não se sabe definir...
sábado, 13 de março de 2010

Sem as luzes claras do amanhecer,
Sem o som da voz para adormecer...
Breve brisa a tocar a pele...
Volta-te a lembrança branda de um coração que lentamente bate...
Com as despedidas das horas,
Sem a doce esperança de uma nova sinfonia,
Arde sobre seus olhos o novo dia...
Oh brisa,única a tocar a pele fria....
Intocável,inalcançável existência...
Sobre minhas preces,sempre há seus pedidos,
Sobre meu olhar descansa sua paz,
E em minha pele há sua brisa serena....
terça-feira, 9 de março de 2010

O anjo da noite,procura esconder-se...
Sua real face não revela,
Em grades espera,
Por uma liberdade que ninguém o dará...
Anjo só, Guardai vossos segredos e todas vossas dores...
Para quem digno for de conhece-las...
Oh anjo da noite, Tuas asas estão esperando pela liberdade,
Tuas dores pelas curas... Não espere...
Não sigas no silêncio que atormenta todas as noites de profunda calmaria...
Oh anjo,salvais...salvais tua pobre alma do abismo...
Eis que o amor é apenas uma palavra...
O que o nomeia...
Se vossos olhos dizem mais que letras ?
Se vossos passos correm,procuram apenas um caminho,
Outras direções não há...
Queria ter nas palavras o poder que traz uma doce alma,
Completa por sentimentos inesplicavéis,
O véu da noite cai,
E vossa presença é a constante ausência...
O que há no amor?
Forte dor,complemento...
Lágrimas...existe só um coração...
Vossas palavras não falam...
Cale-se...
Profana minha dor,
Subestimas minha fé,
Crê apenas no vazio...
O que queres de minha alma?
Doar-me por completo a sua causa nobre?
Tomai minhas mãos,
Levai de mim com um simples beijo,
A maior ternura de minha alma...
Se julgas digno de tal desafio?
O silêncio da noite,que por nome não quer dizer nada,
Assim como o amor,
O nome não importa,
Sinta,apenas sinta,
Espere o nascer do sol,
Que vossa espera não será invão...
O que o nomeia...
Se vossos olhos dizem mais que letras ?
Se vossos passos correm,procuram apenas um caminho,
Outras direções não há...
Queria ter nas palavras o poder que traz uma doce alma,
Completa por sentimentos inesplicavéis,
O véu da noite cai,
E vossa presença é a constante ausência...
O que há no amor?
Forte dor,complemento...
Lágrimas...existe só um coração...
Vossas palavras não falam...
Cale-se...
Profana minha dor,
Subestimas minha fé,
Crê apenas no vazio...
O que queres de minha alma?
Doar-me por completo a sua causa nobre?
Tomai minhas mãos,
Levai de mim com um simples beijo,
A maior ternura de minha alma...
Se julgas digno de tal desafio?
O silêncio da noite,que por nome não quer dizer nada,
Assim como o amor,
O nome não importa,
Sinta,apenas sinta,
Espere o nascer do sol,
Que vossa espera não será invão...
sexta-feira, 5 de março de 2010

Eis que o veneno percorre na seiva das selvas,
Onde se encontra a alma,
Queima a feroz e inacabável chama...
Luzes brilham sem nenhuma fagulha de dor...
O caminho aprofunda a cada batida,
O ar se estende aos mistérios da noite,
E o perfume das flores resta a compreender...
O toque das folhas sobre seu corpo frio...
Tremores do fogo traz a sinfonia mais bela aos singelos...
O que resta da noite sublime lua?
Diga-me em qual estrada segues...
Andai por razões de emoções fortes....
Continua,a respirar oh alma sombria,
Contida pelo frio,
Arrastada pelo perfume das flores,
No fogo prossegue as notas da canção inacabada...
quinta-feira, 4 de março de 2010

Um sorriso atinge feito raios,
Me diga porque sorri?
Se seu olhar é um mar de dor...
Se as incertezas acabam com seu amor....
Se confusões se confundem,
E você não sabe onde está....
Me diga porque alimenta com a mais pura emoção da vida,
Uma expressão diferente do que sente?
Desconheço esse mundo absurdo em que todos vivem,
Desconheço a vida em que estou,
Os perfumes,os sentimentos,o brilho de um olhar,
O toque da pele,a sinfonia dos sons...
Desconheço... Desconheço as máscaras de sorrisos alegres,
Que tornam menos visíveis o verdadeiro estado do ser...
Me ensine a usa-las,pois não sei...
Desconheço tais ensinamentos... Sigo e nada sei...
Traga-me máscaras e ensina-me a usa-las durante o baile dessa desconhecida vida...

Feche seus olhos pois não resistirá ver, Acompanhando cada movimento,
Cada pulsar,cada respiração...
Resistindo a um leve toque...
Não pode voltar ao que era antes...
Sobrevoa sobre um novo mundo,
Novos sonhos,novos medos...
Encontre-se...
Veja onde está...
Não fique sobre a sombra de uma árvore,
Sai de sua caverna fria,
Venha ver meu mundo,
Ou feche seus olhos,pois não resistirá...
Procure se encontrar, Só prometa se encontrar
Que o deixarei em paz...
De novo o breve toque em ilusão...
Leve,leva tudo o que sou...
quarta-feira, 3 de março de 2010
Em prece a musica leva...
Sobre os campos desconhecidos,
Mais mistérios vejo só...
Em prece a musica leva...
Um leve sopro dos ventos,
Sobre as folhas a tocar...
Em prece a musica leva...
A sinfonia da brisa,
Tão singela e forte de suas franquezas...
Em prece a musica leva...
Uma voz que se perde ao silêncio...
Que se encontra no vazio...
Em prece a musica leva...
A doce ilusão de lembranças a chegar,
E o som se torna uma cantiga...
Em prece a musica leva...
Sonhos a sós no fim...
Sem as contagens das horas aflitas...
Sobre os campos desconhecidos,
Mais mistérios vejo só...
Em prece a musica leva...
Um leve sopro dos ventos,
Sobre as folhas a tocar...
Em prece a musica leva...
A sinfonia da brisa,
Tão singela e forte de suas franquezas...
Em prece a musica leva...
Uma voz que se perde ao silêncio...
Que se encontra no vazio...
Em prece a musica leva...
A doce ilusão de lembranças a chegar,
E o som se torna uma cantiga...
Em prece a musica leva...
Sonhos a sós no fim...
Sem as contagens das horas aflitas...

Outros gritos...
E na noite silenciosa canção de alento...
Consolo aos seres...
As lágrimas que caem fazem dos olhos novas lágrimas brotarem,
Como uma continua fonte de dor,
Percorre o rosto,cai sobre a terra,
Tenta ser útil,fonte de vida a flor morta...
A terra seca,pede por mais...
Não importa o quão difícil seja seu trajeto,
Necessita...busca,pede...implora...por vida...
E a fonte prossegue...
Restos da luta diária...
Páginas arrancadas,partes apagadas que deixam borrões pouco visíveis...
E as lágrimas acompanham...minutos,horas,noites a dentro...
Pequenas gotas que,
Ah terra são fontes de vida,
Ao coração fonte de dor...
E aos olhos e alma a mais pura fonte da renovação...
De que me vale o mundo pra sonhar,
Se não tenho o brilho de seu olhar,
De que vale tantos sorrisos,
Se não é o que eu procuro,
Me diga a razão de uma ausência ter que ser suportada...
Me diga se algum dia será mais que uma simples procura sem fim...
Apenas esteja aqui quando eu cair de novo,
Apenas esteja aqui...
Não deixe-me só comigo mesma...
Se não tenho o brilho de seu olhar,
De que vale tantos sorrisos,
Se não é o que eu procuro,
Me diga a razão de uma ausência ter que ser suportada...
Me diga se algum dia será mais que uma simples procura sem fim...
Apenas esteja aqui quando eu cair de novo,
Apenas esteja aqui...
Não deixe-me só comigo mesma...

Pedras tão somente vivem,
Ao ouvir o som de uma voz,
Despertam ao acordar,
Mas as palavras sem sentido seguem,
Rumo ao infinito,
Apenas armas ferozes,
Querem curar a ferida,
Ocultar a sombria existência da dor,
Querem fazer de um alfabeto,poema sem fim...
Compreensão não há...
Curtas,longas,breves...
Apenas seguem...
Escrevem-se só,com vida própria....
Tão somente vivo, De palavras assim,
Tão só encontro as verdades em mim...
terça-feira, 2 de março de 2010

Oh anjo,lamento estar hoje assim...
Encontro-me em um profundo abismo sem fim...
As lágrimas que caem sobre meu rosto,
Não chegam até você...
Oh anjo,pediria que viesse me salvar...
Mas temo tal salvação celestial...
Temo encontrar-me em seu olhar outra vez...
Para depois,me perder no oculto sentido da vida...
Estou esperando o golpe final,
Já entregue ao chão me encontro,
Oh anjo,feche seus olhos...
Não quero que minha dor seja sua...
Não suportarei ver alguém sofrendo por mim...
Nem sofrendo assim,
Tornam-se clara as noites e escuro demais os dias...
Oh anjo,anjo meu,
Agradeço por ter tido seu olhar um instante só pra mim...
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