
Andando por uma estrada desconhecida,
Posso prever que estarei na escuridão...
Nada mais me assusta,
Apenas deixe-me cair...
Tal pereço ao preço das horas...
E nada poderá fazer...
Volto a nomear meus objetos solitários,
Minhas peças de quebra cabeças...
Incertas sem saber a qual parte pertencem...
Contam as horas para ingressar a algum lugar....
Para onde vão?
Responda-me...
O cortante vento bate contra a vidraça,a conte-lo,
O anjo obscuro está a observar...
No cair das noites se finda os dias,
Dias nos quais,nada procura e nada consegue achar...
Dança sobre a chama da vela a borboleta,
Sem cores está,pois cada alegria foi levada pela luz do sol...
Sobre o leito a despertar do sonho breve,
Um anjo preso está...
Continuo sobre estradas escuras...
Não mais desconhecidas são...
Nada mais me assusta,
Apenas deixe-me cair...
Tal pereço ao preço das horas...
E nada poderá fazer...
Ao menos que meu anjo possa libertar...
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