quarta-feira, 7 de julho de 2010


E você tenta se proteger,
Das armas quais possuiu,
Esquiva-se da luz do dia,
Procura a escuridão,
Dá passos ao fim das ruas...
De encontro a paredes frias,
Lá está seguro,
Lá sente que ninguém poderá submete-lo a perguntas...
Não teme o frio das noites,
Nem as nuvens que encobrem o céu...
Diferencia-se as expressões da sua face,
Com as intenções de seu olhar...
Procura manter-se protegido...
Mas não pode fazer isso...
Não pode,por negar a si a visão dos seus sonhos...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Porque minhas palavras soam tão mal,
E eu não sei mais onde é meu lugar,
Talvez não seja nesse mundo,
Talvez não seja em seu coração...
Preciso apenas,
Ter um pouco de paz,
Qual encontro em você,
Qual eu já não posso descrever,
E você indiretamente me fere,
Me fere com palavras não pronunciadas...
Como se eu lesse seu pensamento,
Nem sempre sua visão pode ver,
Nem sempre minhas preces podem te proteger,
E eu me pergunto,
Onde está meu lugar...