Apenas mais primaveras,
Aguente coração...
Primaveras vem e vão,
Antes de você pensar em conta-las...
Oh dor ainda cai como gotas de chuva,
sobre o orvalho da noite,toca folhas inocentes...
Apenas mais primaveras,
Apenas mais,
Outonos,invernos,verões...
Apenas mais...
Daria o universo em meu olhar pra você...
Basta querer...
Se sentir na pele uma brisa leve,
Saiba que é minhas mãos a te tocar...
Apenas mais...
Apenas mais...mais...mais...
domingo, 28 de fevereiro de 2010

Quantas vezes pensei em mudar,
Em falar tudo que eu pensei,
Mas nada me faz retornar das profundezas que eu me tornei...
Como as águas,sigo a direção de um lugar que ainda não sei pra onde vai,
Se fecho os olhos pra não ver,
Meus sentidos fazem eu entender,que é assim que tudo deve ficar...
Eu achei,
Meu caminho quando vi você,
Eu encontrei a direção em que as águas vão correr,
Se todas as estrelas mostram seu brilho,
Não quer dizer que apenas tem isso pra mostrar,
Eu achei,
Sem nem mesmo muito procurar,
Os sentidos que minhas águas vão trilhar,
Eu encontrei,
Novos motivos pra sonhar,
E acordar sabendo que meus sonhos posso realizar...
Sobre quem sou,
Revelo pouco apenas o que passou,
Pedaços pequenos demais,
Você não pode ver,não pode descobrir...
Eu não facilitarei o caminho pra você,
Não se iluda,
Todas os obstáculos estão a postos,
Então não se engane,
Um sorriso não quer dizer sim,
Um não também não quer dizer não,
Precisa de um pouco mais,
Ou simplesmente desista,
Ou simplesmente se torne capaz,
Minhas barreiras já estão todas aqui,
Diante dos seus olhos,
O que você não pode ver,
Sou apenas uma garota,
Sou apenas um ser complexo,
Não procure entender,
Assim como não entende o luar,
A mim não entenderás,
Ah não se engane,
Ainda não pode ver nada além do que seus olhos permitem ver...
Revelo pouco apenas o que passou,
Pedaços pequenos demais,
Você não pode ver,não pode descobrir...
Eu não facilitarei o caminho pra você,
Não se iluda,
Todas os obstáculos estão a postos,
Então não se engane,
Um sorriso não quer dizer sim,
Um não também não quer dizer não,
Precisa de um pouco mais,
Ou simplesmente desista,
Ou simplesmente se torne capaz,
Minhas barreiras já estão todas aqui,
Diante dos seus olhos,
O que você não pode ver,
Sou apenas uma garota,
Sou apenas um ser complexo,
Não procure entender,
Assim como não entende o luar,
A mim não entenderás,
Ah não se engane,
Ainda não pode ver nada além do que seus olhos permitem ver...

Há uma dor solitária,
Cortante,latente...
Pulsa um coração em chamas,
Que clama por salvação...
Leve de mim essa dor...
Tire de mim um pouco ao menos essa dor...
Uma ferida aberta que sangra,
E constantemente uma faca é cravada em seu centro...
Faca conduzida por pensamentos...
Dor que vem e se aprofunda,
E palavras não conseguem cura-la,
Tente novamente,
Por favor tente...
Tente me ajudar a cicatrizar essa dor...
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Sombras em plena multidão,
Mesmo quem parece só está acompanhado,
Mesmo quem está acompanhado pode agora estar só,
Queira ver tudo da forma que realmente é,
Só não feche os olhos para as verdades diante de ti,
Outra forma de sonhar,
Uma procura sem fim,
E tudo que escrevo passa a ser vago demais,
Nada consegue expressar o modo que vejo a vida,
Nada consigo dizer,nada,mesmo quando parece ter dito tudo,
Só palavras soltas,
Não há como junta-las e fazer delas quem sou,
Há profundezas demais,
Há segredos mais,escondendo-se de mim mesma,
Sigo um caminho certo das incertezas,
Certo de tristezas,mas também com momentos de total alegria,
Extremos,se completam,
Sem equilíbrio se contraem dentro de mim...
Mesmo quem parece só está acompanhado,
Mesmo quem está acompanhado pode agora estar só,
Queira ver tudo da forma que realmente é,
Só não feche os olhos para as verdades diante de ti,
Outra forma de sonhar,
Uma procura sem fim,
E tudo que escrevo passa a ser vago demais,
Nada consegue expressar o modo que vejo a vida,
Nada consigo dizer,nada,mesmo quando parece ter dito tudo,
Só palavras soltas,
Não há como junta-las e fazer delas quem sou,
Há profundezas demais,
Há segredos mais,escondendo-se de mim mesma,
Sigo um caminho certo das incertezas,
Certo de tristezas,mas também com momentos de total alegria,
Extremos,se completam,
Sem equilíbrio se contraem dentro de mim...

A sós voz não quer enxerga,
A sós clamais por abrigo seguro,
É um querer mais que um bem querer,
Eis que resta pouco,
E sobra muito,
Não se sabe do que,
Confusões se formam se reformam se transformam,
Não há o que dizer,
Diga o que quereres,que somente quem é digno entenderas...
Sombria existência,vazia de solidão,
Lutarás por aquilo que sempre sonharas,
Ou simplesmente não existiras...
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
..algumas palavras que nos são ditas ferem- nos lentamente, e a falta delas, certas vezes, mata- nos de uma só vez...
Talvez seja eu apenas isto 'uma mágoa quieta' 'uma melancolia de nuvens'...
Minha voz é calma e suave... mais não queira ouvir o meu silêncio... ... É ensurdecedor...
E assim parada em solidão sentada descanso a alma espero talvez por nada...
Talvez seja eu apenas isto 'uma mágoa quieta' 'uma melancolia de nuvens'...
Minha voz é calma e suave... mais não queira ouvir o meu silêncio... ... É ensurdecedor...
E assim parada em solidão sentada descanso a alma espero talvez por nada...

Se ao menos tivesse uma razão,
Para saber como fazer pulsar um coração,
Lamento não ter respostas,
As respostas que você sempre procura...
Só olhe nos meus olhos uma vez,
Que tudo irá mudar,
A vida vai reiniciar um novo ciclo sem fim...
E você vai entender,
Vai entender o porque...
Apenas tente,
Você vai entender em fim...
Só olhe nos meus olhos uma vez mais...
Nuvens permitem que o sol iluminem com todo seu brilho as folhas das árvores,
Gostaria tanto de poder entender o motivo que as folhas caem,
Mas parece que respostas são raras demais,
E eu não posso tê-las agora...
Apenas sigo o caminho,
Até chegar a outro lugar,
Lugares que são sempre iguais,
Ouço pensamentos previsíveis...
E acabo subestimando o quanto posso suportar,
As sombras que seguem,cegam quem não quer ver,
E as folhas voltam sempre a cair no outono,na primavera,
no verão ou em pleno inverno...
Não entendo porque lágrimas também caem sobre meu rosto,
Como folhas...
Sem escolhas,apenas caem,
Vão de encontro ao chão,
Não há ninguém para ampara-las da queda,
O vento vem toca-las,
Leva para longe as folhas,
Me aproximando mais das lágrimas...
Gostaria tanto de poder entender o motivo que as folhas caem,
Mas parece que respostas são raras demais,
E eu não posso tê-las agora...
Apenas sigo o caminho,
Até chegar a outro lugar,
Lugares que são sempre iguais,
Ouço pensamentos previsíveis...
E acabo subestimando o quanto posso suportar,
As sombras que seguem,cegam quem não quer ver,
E as folhas voltam sempre a cair no outono,na primavera,
no verão ou em pleno inverno...
Não entendo porque lágrimas também caem sobre meu rosto,
Como folhas...
Sem escolhas,apenas caem,
Vão de encontro ao chão,
Não há ninguém para ampara-las da queda,
O vento vem toca-las,
Leva para longe as folhas,
Me aproximando mais das lágrimas...
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Acorde... Oh alma desperte,
Pensais na forma mais sublime de um ser,
Ser um sublime verso despertais...
O sol já está a sua espera, Sem pressa,sem tempo...Dia após dia...
Tempestade após tempestade,
Acorde... Oh alma desperte,
Seja voz quem escolheis os caminhos da própria vida,
Seja,apenas seja...
A lua já está a sua espera,
Com o auxilio das estrelas continuará no alto,
Forte de suas fraquezas,
Apenas esperando seu despertar...
Ei alma,há uma voz que chama,
Outra que clama,
Oh alma desperte...

Rouba-se as lembranças que não possuo,
No passar das horas,
Tudo foge depressa demais,
Eu me pergunto, Quem sou?Quem posso ser?
E as respostas vem de vagar demais...
Lentamente,unidas de mil perguntas novas...
Só espero um pouco mais,
Só segundos de atenção ao som das vozes...
Minhas respostas são meu silencio...
Minhas perguntas agora se calam...
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Um anjo sobrevoa toda a imensidão,
Anjos andam por toda parte,
Anjo perfeito,
Anjos em busca da perfeição,
A mais pura perfeição,
Luzes do dia abandonam o céu,
È necessário adormecer,
E o trabalho recomeça,
Proteja meus sonhos,
Oh anjo perfeito,
Não deixe que eu embale até o lado mais obscuro da dor,
Deixe que sua paz seja a minha também,
Toque meu rosto e me traga conforto,
Toque meu coração e acalme essa dor,
Anjo,não desista de mim,
Trabalho difícil,manter-me protegida,eu sei...
Mas não desista de mim,
Porque também não desistirei de você jamais...
Expressa-se da forma incomum...
Procurando assim se encontrar...
Ricos da pobreza da sociedade...
Expressa-se de maneira incomum...
Sem saber qual direção seguir,
Quer apenas respostas,mas não tem perguntas a fazer...
Expressa-se do modo obscuro...
Nas noites de luar...
Sem saber que a lua não consegue desvendar...
Expressa-se,ao menos expressa-se...
Não deixando que sentimentos venham sufocar...
Expressa-se e deixe o novo tempo chegar...
Procurando assim se encontrar...
Ricos da pobreza da sociedade...
Expressa-se de maneira incomum...
Sem saber qual direção seguir,
Quer apenas respostas,mas não tem perguntas a fazer...
Expressa-se do modo obscuro...
Nas noites de luar...
Sem saber que a lua não consegue desvendar...
Expressa-se,ao menos expressa-se...
Não deixando que sentimentos venham sufocar...
Expressa-se e deixe o novo tempo chegar...

Profundo abismo sem fim, Distante de mim, Não há como consolar, Palavras soltas, Murmúrios em toda parte, Silencio repentino, Vozes se calam, Apenas uma velha canção, Melodias e sinfonias diversas, Reconhecendo o som da alma, A dor que fala, A dor que volta a calar.. Ao cair da noite o profano som das vozes partem, Os sons do silencio voltam a perturbar... Entenda-me,entenda-me... Suplico entenda-me... Preciso de compreensão,ao menos uma vez... Entenda-me... Ou deixe que a dor se aprofunde em mim...
Para alguém,
Ah quem não sei bem,
Quem,alguém,porém,
Outras noites de luar vão trazer pra você o que precisa para ver,
Seus olhos não podem enganar um coração,
Se esconda sobre um sorriso,
Sim fique seguro,
Mas eu sei,que não mais seguro está agora...
Para alguém,
Ah quem não sei bem,
Quem,alguém,porém...
Não me faça falar...
Ah quem não sei bem,
Quem,alguém,porém,
Outras noites de luar vão trazer pra você o que precisa para ver,
Seus olhos não podem enganar um coração,
Se esconda sobre um sorriso,
Sim fique seguro,
Mas eu sei,que não mais seguro está agora...
Para alguém,
Ah quem não sei bem,
Quem,alguém,porém...
Não me faça falar...

Segredos sobre o luar,
Nada que se queira ver,
Nada possível,
Nada impossível,
Um dia sempre voltará após noites de tempestades,
Apenas lhe peço...sempre confie em mim,
Não decepcionarei você...
Confie em mim,apenas em mim,
Trarei para você tudo que sei,
Tudo que aprendi,
Apenas permita que eu o faça,
Confie em mim,da mesma forma que confia em si mesmo,
Talvez até um pouco mais...da mesma forma que confio em você...
Apenas acredite...nem todos são iguais,
Sei que nem toda confiança é merecida,
Mas não duvide,ainda existem pessoas de confiança,
Então,confie em mim...
Posso provar que confiar nem sempre o fará sofrer...
Apenas confie...
Luzes se apagam,
Oh escura noite de luar,
Aquece um coração em chamas,
Novo sorriso,
Novo consolo solene,sem nada pra dizer...
Um olhar perde-se,
Alguém há de encontra-lo em algum lugar,
Porque muito pode-se ganhar ao perder...
E muito pode-se perder em ganhar..
Luzes sobre um breve instante,
Não há motivos pra chorar...
Não há motivos pra seguir um caminho de pedras...
Oh escura noite de luar,
Aquece um coração em chamas,
Novo sorriso,
Novo consolo solene,sem nada pra dizer...
Um olhar perde-se,
Alguém há de encontra-lo em algum lugar,
Porque muito pode-se ganhar ao perder...
E muito pode-se perder em ganhar..
Luzes sobre um breve instante,
Não há motivos pra chorar...
Não há motivos pra seguir um caminho de pedras...
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Anjo meu não deixe-me só...
Solidão fere-me incessantemente,
Novos cortes sobre a ferida ainda aberta...
O sangue raro,corre sobre a pele...
Não tem como faze-lo parar, Sua dor causa mais dores... Suas angustias pulsam no ritmo incerto da razão... Oh doce anjo,salva-me... Deixe-me repousar em seus braços, Dei-me o tempo necessário para em seus braços curar minha dor... Traga-me a liberdade, Traga-me a paz,qual eu desconheço a existencia... Anjo meu,deixe-me olhar sua face uma vez mais... Deixe-me ver sua alma sobre seus olhos novamente, Apenas anjo meu, Esteja aqui por mim... Apenas me envolva em seus braços... Que aos poucos as dores partiram para sempre...
domingo, 7 de fevereiro de 2010

E o mundo muda depressa demais...
Eis que as novas tentativas de vencer o combate se vão...
Não há mais caminhos ao norte nem ao sul...
Estações acabam,recomeçam...
Despedidas e encontros...
Onde um fim,serve como porta a um começo...
Ciclo cruel,segue,não pergunta se todos querem-o seguir...
A falta de libertação,a morte aos poucos...

Quem sabe um dia o coração volte a pulsar,
Em uma outra sintonia,
Aquela que me fez respirar um dia...
De que vale um pôr-do-sol,
Se ele não consegue aquecer nem o
doce reflexo da face sobre as águas...?
De que vale o luar,
Se todas as estrelas se ausentarem na escuridão...?
De que vale um coração a pulsar,
Se não há mais entendimento em suas batidas...?
Meus olhos se fecham novamente,
Um novo caminho frio e sombrio volta a surgir,
Alguém se importa?
Posso querer me esconder para sempre...
Simplesmente ir...ou simplesmente ficar...
Não importa...
Alguém se importa?
Sinto o pulsar de um coração aflito,
Poderia sucumbir a ele.
Ou deixa-lo...
Não importará mais...
Um novo caminho frio e sombrio volta a surgir,
Alguém se importa?
Posso querer me esconder para sempre...
Simplesmente ir...ou simplesmente ficar...
Não importa...
Alguém se importa?
Sinto o pulsar de um coração aflito,
Poderia sucumbir a ele.
Ou deixa-lo...
Não importará mais...
Mente sóbria,
Sem rastros de modificações,
Oh dor que atinge almas e incendeia corações...
Faz dos sonhos pesadelos e de melodias pobres canções...
Mente sombria...
Só de incertezas,sem ações,
Ah de respirar mais fundo dessa vez para não perder o ar...
Torna-se tolerante a razão que incrimina...
Mente solene,
Só de verdades e segredos,
Oh dor de não poder revela-los todos jamais...
Faz do enigma uma fraude...
Mente sóbria,sombria,solene...
Quer apenas existir,
Sobre um olhar que se perde em algum lugar,
Sobre seu próprio mundo de sonhos ao menos...
Sem rastros de modificações,
Oh dor que atinge almas e incendeia corações...
Faz dos sonhos pesadelos e de melodias pobres canções...
Mente sombria...
Só de incertezas,sem ações,
Ah de respirar mais fundo dessa vez para não perder o ar...
Torna-se tolerante a razão que incrimina...
Mente solene,
Só de verdades e segredos,
Oh dor de não poder revela-los todos jamais...
Faz do enigma uma fraude...
Mente sóbria,sombria,solene...
Quer apenas existir,
Sobre um olhar que se perde em algum lugar,
Sobre seu próprio mundo de sonhos ao menos...

Minhas verdades se tornam mentiras,
Quando deixo de ouvir o meu coração pulsar,
Pobre aflito,não sabe mais o que me falar...
Minhas verdades se tornam mentiras,
Quando meu olhar foge ao encontro de meus medos,
Pobre confuso,não sabe mais pra onde olhar...
Minhas verdades se tornam mentiras,
Quando deixo a canção errada tocar...
Pobres ouvidos surdos,só querem ouvir a razão...
Minhas verdades se tornam mentiras,
Quando me resguardo do mundo,
Pobre alma,tenta não chorar,mas não pode conter-se...
Minhas verdades se tornam mentiras,
Principalmente quando tento mentir para mim...
Pobres verdades,encobertas por minhas razões e medos absurdos...
Pobre coração,que tenta sobreviver a meu mundo de mentiras...

Anjo meu, Perdeu suas azas ao me proteger, Anjo meu,caído a meus pés está... Saiba que também sofro com essa queda... Saiba que meu coração também pulsa sobre o sangue... Anjo meu, Não tente proteger quem não está disposto a salvar-se... Suas feridas,não podem cicatrizar em mim... As minhas ainda sim,posso me curar... Anjo meu deixe-me só... A solidão também me protege... Ela ao menos não sofrerá por mim... Se quiser fazer algo, Tão somente exista, Esteja aqui,sem grandes atos heróicos... Apenas exista, Pois seu existir,faz com que a solidão não seja tão fria, Deixe-me...que aprenderei assim como proteger a mim...
sábado, 6 de fevereiro de 2010

Sempre quis algo mais,
Do que o brilho do sol de um novo dia,
Descubro a cada dia...
Nada brilha mais que meus olhos ao lembrar-te...
Sobre canções esquecidas,
Sobre as danças e noites mal dormidas...
Sempre quis algo mais,
Que levasse não somente a mim,mas a todos além...
Mais do que os breves momentos de luar...
Onde vejo sobre a lua seu rosto,
Onde vejo sobre a lua mais um pouco de quem és...
Sempre quis algo mais,
Mais do que minha ideologia,
Sobre estrelas aprender a ouvir o cantar da noite...
Sobre sua voz,tornar a ouvi-la...
Sempre quis algo mais,
Mais que um olhar em fuga,
Mais que o toque de suas mãos nas minhas, através de onde pude senti sua alma...
Sempre quis,querer menos...
Ainda quero não querer...

As estrelas,o luar,
Trazem a mim o motivo de respirar...
Adormece, não esquece dos sentidos que fazem-na assim...
Queira ver o novo dia,tendo nos olhos um novo brilho
E não há nada,que o escuro da noite não possa tratar...
Sobre estrelas brilhando sempre mais,
O luar não se desfaz,
Quando o vendo volta a tocar em você...
Eles levam de mim ao adormecer,
Leves impulsos de minha alma...
Calada submersa em seu ser,
Quer apenas viver,dos seus sonhos...
Quer apenas sobreviver a seus medos...
Mesmo que o dia a machuque,
A certeza de abrigo há escuridão da noite,
Permite que minha alma consiga seguir,
Para talvez um dia sorrir com verdade,
Quando a luz parar de feri-la assim...

Sobre um jardim, Sobrevoam anjos, Oh mas ao invés de anjos não deveriam ser borboletas? Quem sabe as flores estão também precisando mais do que os leves movimentos de azas sobre suas pétalas... Então,que chamem um jardineiro.. Não...Não... Eles só sabem dar as flores água... Agora não é de água que elas precisam... Voltem anjos a sobrevoá-las... A morte que as atingem as ferem, A dor de cada pedaço caído as entristecem, O vento que as quebram,fazem-nas enfermas... Venham anjos,voltem a sobrevoa-las... Sobre suas azas está o acalento das dores... Sobre suas azas está o segredo dos seus novos galhos verdes, De seus novos botões a renascer sobre o orvalho das noites...
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Um querer,eu me lembro bem de quando te conheci...
Olhar ao além,
Nada que pudesse lhe ferir,
Mas hoje eu sei o peso de suas lágrimas,
Mas hoje eu vejo tudo que você se tornou...
Uma velha canção tocando sem parar,
Batidas do coração,sempre uma melodia a tocar,
Não há segredos,não há medos na realidade...
Não há silencio,nos gritos de sua alma...
Só coisas demais, Medos irreais,
Quando vejo você,um novo segredo se revela pelo ar...
Quando sua alma se esconde,
Minha alma espontaneamente responde,
Volte...volte uma vez mais...
Velas acesas novamente...
O cheiro forte de parafina toma conta da respiração... Não há luz na alma que não traga total controle...
Não há luz na alma sem os riscos de incêndios...
Apague todas as velas,
Assopre como se fosse seu aniversário...
Seus olhos já estão habituados ao escuro...
Então se assegure de mante-los sempre dessa forma... Ou,permita que seu coração se aqueça com uma pequena luz... A deixe queimar incessantemente,até seus limites esgotarem... Seu silencio me permite ouvir os gritos de sua alma,enquanto ela se rende... O fechar de seus olhos me permite ver a dor do sangue a queimar... Velas acesas novamente... Agora sua luz não vão feri-lo mais... A dor irá embora aos poucos... Seus olhos vão começar a realmente ver... Deixe sua alma com esse pequeno ponto de luz... Quando precisar de calor ele aquecerá, Quando precisar de luz ele iluminará... Mas lembre-se que quando menos esperar,o fogo vai voltar a queimar.. Tudo porque a parafina de sua vela acabou, É tempo de renovar...
Oceano profundo,mergulhando...
Não se pode chegar as margens,não se
pode respirar submerso nas águas turvas...
Nunca haverá lugar mais turvo e profundo que seu próprio eu...
Nunca haverá águas mais profundas que seu próprio mar...
Em um segundo,pode se perder do mundo,
E não ter forças pra ganhar...
Sobre nuvens escuras,a tempestade vai chegar...
Tenha suas armas em mãos,
Para sobreviver a um dia sem sol...
Gotas a cair...
Apenas vejo tudo atingindo o vidro da janela...
Não,elas não chegam até mim...
Mas nem sempre poderei ficar sobre o seguro céu de um castelo...
E esse dia chegou...
Que as gotas caiam sobre mim...
Que os raios se revoltem ao não me machucarem...
Que o vento sopre o mais forte que puder...
Estou pronta pra colher as gotas d água,´
Com elas aprofundarei meu oceano...
Estou pronta para coletar energias,
Com elas encontrarei a luz...
Pronta para recolher as pétalas de flores que o vento derrubar..
Pois delas renascerá meu jardim...
Não se pode chegar as margens,não se
pode respirar submerso nas águas turvas...
Nunca haverá lugar mais turvo e profundo que seu próprio eu...
Nunca haverá águas mais profundas que seu próprio mar...
Em um segundo,pode se perder do mundo,
E não ter forças pra ganhar...
Sobre nuvens escuras,a tempestade vai chegar...
Tenha suas armas em mãos,
Para sobreviver a um dia sem sol...
Gotas a cair...
Apenas vejo tudo atingindo o vidro da janela...
Não,elas não chegam até mim...
Mas nem sempre poderei ficar sobre o seguro céu de um castelo...
E esse dia chegou...
Que as gotas caiam sobre mim...
Que os raios se revoltem ao não me machucarem...
Que o vento sopre o mais forte que puder...
Estou pronta pra colher as gotas d água,´
Com elas aprofundarei meu oceano...
Estou pronta para coletar energias,
Com elas encontrarei a luz...
Pronta para recolher as pétalas de flores que o vento derrubar..
Pois delas renascerá meu jardim...

Apagaram-se todas as luzes, Nada mais ilumina e aquece... Nas sombras de algum lugar ninguém sabe se ainda poderá haver luz... As cortinas se fecham, Os olhares se resguardam, Novas perguntas não se calam, E a mortal face se revela, Quem poderá salvar-se,das incertezas do novo dia? Quem poderá salvar-se,de si mesmo de sua tediosa companhia? Quem vai,conseguir,conviver com a imagem refletida no espelho? Se nada faz sentido,não precisa-se de luz... Não precisa-se de nada... Pois toda escuridão guarda o brilho das estrelas, Pois toda escuridão traz consigo a futura luz...
Escolhas tão difíceis...
Momentos desiguais,
Nenhuma peça desse quebra-cabeças se encaixa,
Como posso sorrir assim?
Uma nova brisa vem me buscar,
Um novo caminho devo escolher,
Mas não basta saber das escolhas...
É preciso saber escolher,
E agora já não sei,pra onde irei,
Se a vida tem muito a mostrar,
Como posso meus olhos ainda fechar?
Não quero viver,de um mundo só meu...
Só depende de mim,conquistar o que é meu,
Deixe-me respirar,por mais um segundo,
Depois pode levar todo esse meu mundo...
Momentos desiguais,
Nenhuma peça desse quebra-cabeças se encaixa,
Como posso sorrir assim?
Uma nova brisa vem me buscar,
Um novo caminho devo escolher,
Mas não basta saber das escolhas...
É preciso saber escolher,
E agora já não sei,pra onde irei,
Se a vida tem muito a mostrar,
Como posso meus olhos ainda fechar?
Não quero viver,de um mundo só meu...
Só depende de mim,conquistar o que é meu,
Deixe-me respirar,por mais um segundo,
Depois pode levar todo esse meu mundo...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Posso ser a escuridão ou a luz...
Posso salvar seu coração,e assim também salvar o meu,
O pulsar incessante da razão,permite que seja constante meu respirar,
Bem acima da razão,como posso controlar?
Eis que estou aqui novamente...
Um poema só...
Mistério algum há em mim,
Engano-me...
Iluda-se ao que não se pode desvendar...
E quando mais tarde despertar de seu manto negro,
Talvez a razão de meu pulsar torne-se demais...
E a vida não mais retornarei...

Palavras,tão solenes...
Tão simples,
Palavras,não sejam minha vida...
Não sejam minhas únicas armas...
Palavras,calem-se ao meu silêncio...
Quero sem vocês ficar...
Dizem o que não o sentem...
Sentem e não o dizem...
Palavras,armas mortais...
Não queiram ver seu próprio veneno contra vocês...
Quem fere,será ferido,
Quem acolhe,será acolhido...
Palavras,simples de suas complexidades...
Entendam o que quiser, As verdades nelas nem sempre são transparentes,
A transparência nem sempre as acompanham...
Palavras,tolas demais... Certas de si... Previsíveis ou impactantes... Palavras,apenas uma palavra...
Escute a musica do cantar...
Deixe que ela te leve...
Pois é tempo de sonhar...
Queira ver tão somente o sol como a lua...
Duas partes de um mesmo universo...
Completos,mas vazios...
Serenos,mas singelos...
Esconda-se sobre as estrelas,
Elas reservam um brilho tão somente único...
Terão respostas as perguntas ainda não feitas...
Aprenda a ir além...
Com a ternura e a doçura de um anjo caído...
A queda que se faz necessária tanto quanto o impulso para levantar...
Aprenda,então a voar sobre o céu...
Ah salvar sua vida do destino comum...
Deixe que ela te leve...
Pois é tempo de sonhar...
Queira ver tão somente o sol como a lua...
Duas partes de um mesmo universo...
Completos,mas vazios...
Serenos,mas singelos...
Esconda-se sobre as estrelas,
Elas reservam um brilho tão somente único...
Terão respostas as perguntas ainda não feitas...
Aprenda a ir além...
Com a ternura e a doçura de um anjo caído...
A queda que se faz necessária tanto quanto o impulso para levantar...
Aprenda,então a voar sobre o céu...
Ah salvar sua vida do destino comum...

Sobre um novo céu, Em um oceano profundo, Existe um lugar,tão somente meu, Queira agora conquistar o brilho da eternidade, O mesmo sol que aquece,queima, A mesma lua que brilha,se esconde... Os mesmos poemas que escrevo,se esquecem... Pois nada é para sempre, O mesmo sempre se transforma, Com um simples gesto, Com um simples silencio... Nada é igual, O igual sempre se difere, Mas nada é para sempre, Apenas pode ser eternamente,nunca sempre igual... Nunca para sempre, Só eterno,a quem consegue ver o constante girar do universo...
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Sempre chega a hora em que o mundo desaparece...
Coisas tão estranhas,momentos que a gente não esquece...
Só preciso de um minuto,um segundo talvez,
Para saber onde estou,onde vou...
Todos os sentindos,foram reprimidos...
Nada é igual, Eu só preciso,talvez,
Do silêncio,ou das palavras...
Espero que meu anjo volte a ser forte outra vez,
Pois nas sombras,não posso ver nenhuma luz...
Pois com toda essa luz,não consigo ver nada...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Venha me dar novos motivos,
Para eu parar de cair...
Sou,somente a sombra negra da noite,
O que você não quer ver...
Sou o silêncio que não suportará ouvir...
Sou o medo,calado sobre sua face...
O profundo oceano no qual você teme se afogar...
A canção mais serena e completa,que a sua perfeição
o faz afastar...
Então...Nada resta a você,não há caminhos novos a percorer...
Fuja enquanto pode...
O pulsar de uma vida corre pelas suas veias...
Salve-se de mim...
Para eu parar de cair...
Sou,somente a sombra negra da noite,
O que você não quer ver...
Sou o silêncio que não suportará ouvir...
Sou o medo,calado sobre sua face...
O profundo oceano no qual você teme se afogar...
A canção mais serena e completa,que a sua perfeição
o faz afastar...
Então...Nada resta a você,não há caminhos novos a percorer...
Fuja enquanto pode...
O pulsar de uma vida corre pelas suas veias...
Salve-se de mim...

As vezes sinto falta de mim,
Dos dias que ficava assim,
Tão presente de minha presença...
Foi quando eu te vi...
O mundo se tornava mais intenso,
O mundo tornava-se mais vulnerável...
Nos dias que não passavam,uma imagem era um refugio irreal...
Não há um oceano diante de mim,sem as profundezas de seu olhar...
Sonhos,distantes demais...
Sonhos são apenas sonhos,convença minha alma imortal...
Convença-me que vale apena...
Esperar pelo seu sorriso timido...
Esperar você descobrir...
Diferentemente estranhamente...
Nada é igual,
Nada realmente é real,
Nada me faz acordar...
Pois na verdade meus olhos estão abertos...
Só dessa forma encontro a mim...
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