domingo, 7 de fevereiro de 2010

Mente sóbria,
Sem rastros de modificações,
Oh dor que atinge almas e incendeia corações...
Faz dos sonhos pesadelos e de melodias pobres canções...

Mente sombria...
Só de incertezas,sem ações,
Ah de respirar mais fundo dessa vez para não perder o ar...
Torna-se tolerante a razão que incrimina...

Mente solene,
Só de verdades e segredos,
Oh dor de não poder revela-los todos jamais...
Faz do enigma uma fraude...

Mente sóbria,sombria,solene...
Quer apenas existir,
Sobre um olhar que se perde em algum lugar,
Sobre seu próprio mundo de sonhos ao menos...

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