
Pedras tão somente vivem,
Ao ouvir o som de uma voz,
Despertam ao acordar,
Mas as palavras sem sentido seguem,
Rumo ao infinito,
Apenas armas ferozes,
Querem curar a ferida,
Ocultar a sombria existência da dor,
Querem fazer de um alfabeto,poema sem fim...
Compreensão não há...
Curtas,longas,breves...
Apenas seguem...
Escrevem-se só,com vida própria....
Tão somente vivo, De palavras assim,
Tão só encontro as verdades em mim...
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