
Vosso sonhos sangrentos,
Páginas em branco de uma vida...
O vermelho vinho percorre as linhas de suas mãos,
Então fecha seus os olhos...é quando menos cego estás...
Vossas palavras foram confrontadas,
Vosso olhar desafiado,
Mas permanece,
Sem um motivo real para o combate...
Canta as canções solenes,
Mas não as entende...
Cantais,então os versos em prosa dos amanheceres,
Aguarda a vinda do sol, Para cair novamente,
Pare render-se ao seu abismo....
Intocável, preenche páginas em branco...
As joga fora...
Julga a si mesmo como forma de punição...
Sorri com amargura,
Finge que pulsa o coração,
Respira junto às cantigas da noite...
Ao luar adormece,
E esquece que viver é preciso...
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