terça-feira, 23 de março de 2010



A sentença clara,
Dos sons raros que hoje posso ouvir,
O outono volta,
A vida passa,
Sobre a janela da minha muralha vejo a vida...
Tanto trabalho para construir paredes sem fim...
Tudo invão...
A qualquer momento tudo pode desmoronar...
Constante busca sem direção,
Seguindo caminhos...
Mas se minhas escolhas ferem-no,
Deixo-as para lá...
O filme deixo seguir,
Sendo platéia...
Agindo apenas obscura por sua visão...
Se minhas escolhas ferem-no...
Deixo-as para lá...
Sobre minhas muralhas seguirei,não as tente derrubar...

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