sexta-feira, 26 de março de 2010

Absolutamente nada...
O nada o vazio,
Preenchendo-se das tristes canções da vida...
Ao cair da noite,
Todas as sombras voltam...
As folhas das árvores caem sobre a terra...
A lua,só,está no alto,
Tentando ser o brilho da noite...
Oh porque tudo parte assim?
Refugia-se do mundo em seu universo particular...
Seus olhos imploram por resgate,
Suas palavras dizem que bem lá está...
O medo,
Medo de respirar o ar...
Seu refugio sempre o protege...
E a alma implora por ação...
Implora por emoção...
Mas a frieza,uma máscara a mais,
Congela qualquer busca pela vida...
Medo...medo de encontrar-se...
Medo de perder-se...

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