Podem deixar de ouvir confusas vozes...
Como ecos além confundem seus rumores,
Tão vasta imensidão da noite,
Como a claridade dos dias...
Verte confusamente o crime e o benefício...
Nos teus olhos as vestes noturna,
Das estrelas provéns ou dos negros abismos?
Pisando mortos vais,com ar de desencanto...
Quando fecha os olhos por outono ardente,
Guia-me ao teu aroma á luz de novos astros...
Tu que tens como um punhal em mãos,
Palavras ásperas,
Ao seu destino se rende...
Implorei ao punhal veloz,
Em noites claras repulsivas,sós...
Vem ao meu coração,surda alma saudosa...
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