
Lembro-me de quando o vento soprava as cortinas de minha janela,
Do som,certo dos uivos e seu toque sobre os vidrais,
Sobre a mesa,
Continuo a escrever,em busca de mim,
Em busca de alguém...
Na tentativa de me eternizar em versos,
Através de meu mundo de sonhos,
Sou apenas isso que não se pode ver,
Apenas a trilha sonora nunca tocada...
Liberdade prende-me,
Pois nela me aprisionei,
Sem motivo algum,
Sigo na imensidão de meu castelo de sonhos,
E a vida por os vitrais de minhas janelas passa...
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