
Meu veneno em ressoantes cores,
Lança,por vezes em um jardim perfeito,
A alma,em punhos cerrados a sombra e lágrimas,
Lê sobre as faces todas as verdades,
Retornando a prisões secretas,
Ignorais o rancor,a vingança,a dor...
Em nevoeiros sem fim,
Por vezes retorno a envocar este luar encantado,
Na busca por equilíbrio incerto...
Dos céus espirituais,o sol escurece...
Resplandece minha alma cansada,
E quando me perder sobre a universal memória,
Ei de me encontrar em sonhos amargos de alguém...
Sobre as feridas abertas,correrá novos venenos,
Inundando meu próprio ser...
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