quarta-feira, 10 de novembro de 2010


A fuga inicia-se novamente...
As batidas tornam-se enfraquecidas...
Punhal feroz atinge a carne...

Oh sangue caindo sobre a face...

As gotas rolaram,junto de lágrimas...
Dor,infinito inicio de um fim...

Partida,dilacerada...
Um portal para o desconhecido...

Tudo é um sonho...

Não se pode despertar...

Acorde...Oh acorde...

O quanto um sonho é capaz de ferir?

O quanto a verdade pode machucar?
Nem todo tempo apaga velhas cicatrizes...

Então acorde...Acorde que irei lhe salvar...

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