
Solene magnitude embriaga...
Olhos estranhos se fixam...
Em direções ocultas...
Somente na vinda incerta a lugar nenhum,
Soma-se as horas,
Nada resta,se não respirar,
Então na ultima prece há de ouvir,
Os sinos e a multidão incrédula...
Andam contra marés....
Em torrentes de infinitas ondas,
Carregadas sobre luar e estrelas...
Infundadas mentiras e futilidades...
Ocultam as reais e notórias falhas,
Seguindo percursos...
Onde ninguém mais pode chegar,
Apenas faces ocultas...
Solitárias sombras a andar por entre multidões...
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