Defrontantam-se a vida e a inexistência....
Vacilando em linhas curvas serenas...
Eis que surgem vastos sonoros e arrebatadores sons...
És a verdade oculta sobre o relento de sol poente...
Em todas as noites,versos falhos de um coração,
Em todos os dias as angustias de uma alma adormecida...
Restam apenas mais dois acordes,
Onde as horas perturbam e carregam pelas mãos os pobres ponteiros de um relógio...
Enquanto o dia não se finda,as batidas incoerentes prosseguem...
É insistente a crueldade do tempo,
Arrastando todas memórias para um tapete velho,
Como se fossem pequenos vestígios dos anos vividos...
Em meio á linhas serenas,encontra-se a vida em um suspiro,
Nas novas,velhas questões rotineiras,
Existirá o alguém que trará um luar de brilho novo?
És esse alguém quem fará o peso dos dias serem esquecidos...
És quem tornará o amanhecer irreverente...
Apenas mais uma pergunta...
Apenas mais uma questão sem resposta...
Que se intera profundamente aos olhos aflitos...
Vacilando em linhas curvas serenas...
Eis que surgem vastos sonoros e arrebatadores sons...
És a verdade oculta sobre o relento de sol poente...
Em todas as noites,versos falhos de um coração,
Em todos os dias as angustias de uma alma adormecida...
Restam apenas mais dois acordes,
Onde as horas perturbam e carregam pelas mãos os pobres ponteiros de um relógio...
Enquanto o dia não se finda,as batidas incoerentes prosseguem...
É insistente a crueldade do tempo,
Arrastando todas memórias para um tapete velho,
Como se fossem pequenos vestígios dos anos vividos...
Em meio á linhas serenas,encontra-se a vida em um suspiro,
Nas novas,velhas questões rotineiras,
Existirá o alguém que trará um luar de brilho novo?
És esse alguém quem fará o peso dos dias serem esquecidos...
És quem tornará o amanhecer irreverente...
Apenas mais uma pergunta...
Apenas mais uma questão sem resposta...
Que se intera profundamente aos olhos aflitos...
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