quinta-feira, 14 de abril de 2011

E os dias passam lentamente
Sobre as janelas...
Através da vidraça luzes do sol passam...
Doces lembranças...
Junto ao preço das despedidas...
A traição da memória entristece...
É um novo dia...
Tão distânte das alegrias vividas...
Sobre as paredes a velha solidão...
Há apenas a vidraça...
Há apenas imagens que se apagam gradualmente...
Não há toque,não há sons...
Será este meu presente?
Presente tão vazio de sorrisos...
As nuvéns trazem a chuva...
Suas gotas de água não me tocam...
Intocável e só...
Com as mesmas saudades,
Com as velhas lembranças...
Com uma nova e presente dor...

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