O silêncio,embriagando-me enfim...
Nada mais resta,
Tudo passa a vida segue,
O cenário sem fim...
Seus olhos me seguem,
Mas a que rumo?
Qual caminho?
Sem resposta eu sigo assim,
Nada mais resta...
Seus olhos perderam a cor,
Minhas palavras perderam o sentido...
Minha própria letra me trai,
Meu próprio sangue me fere...
Minhas próprias mãos decaem...
Sou um nada,
Nada mais resta...
Em meu silêncio,
As palavras se confundem,
E minha vida,
É apenas uma vida,
E meus poemas,meros reflexos infundados de uma alma aflita...
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