
Em minhas veias o velho sangue,
Sempre percorrendo seu rumo incrédulo...
A pergunta por entre as veias segue,
Serei melhor algum dia?
Se as horas começam a pesar,
Talvez só mais uma humana?
De pulmões a respirar,
O ar poluido das cidades,
Não,não sou apenas isso...
E a suplica calada,
Leva das noites a sua beleza,
Não sou apenas isso...
Olhos cansados de chorar...
Em lágrimas corrompem-se,
A dor,é um inimigo,ou amigo
Quem o livra da solidão?
Ternos poemas bobos,
Seguem sendo recriados e criados...
Não,não sou apenas isso....
Estão substimando-me,
Colocando minha raça sobre um pedestal,
Com descrições como rótulos...
E quando isso vai parar?
Não há necessidade de provar nada agora,
Não sou apenas isso,
E quem se importa?
Humanos,seres mortais...
Magia,contos de fadas...
Não,não sou apenas isso...
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