domingo, 17 de julho de 2011


Em minhas veias o velho sangue,
Sempre percorrendo seu rumo incrédulo...

A pergunta por entre as veias segue,

Serei melhor algum dia?


Se as horas começam a pesar,

Talvez só mais uma humana?

De pulmões a respirar,

O ar poluido das cidades,
Não,não sou apenas isso...


E a suplica calada,

Leva das noites a sua beleza,

Não sou apenas isso...

Olhos cansados de chorar...

Em lágrimas corrompem-se,

A dor,é um inimigo,ou amigo
Quem o livra da solidão?

Ternos poemas bobos,

Seguem sendo recriados e criados...


Não,não sou apenas isso....

Estão substimando-me,
Colocando minha raça sobre um pedestal,

Com descrições como rótulos...

E quando isso vai parar?


Não há necessidade de provar nada agora,
Não sou apenas isso,

E quem se importa?

Humanos,seres mortais...

Magia,contos de fadas...

Não,não sou apenas isso...

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