
Havia o som em breves silenciares,
Havia o badalar dos sinos na redenção,
E os tons claros do dia ao nascer,
A manhã inciava-se como todas de primavera,
Descrevia em seu diário inexistente
todas as listas dos seus planos,
Eles eram tecidos da matéria dos seus sonhos,
Descritos com toda minuancia merecida,
Parou então por um momento,
Contemplou suas próprias palavras,
E teve a certeza naquele momento,
Sua vida era tão inexistente quanto aquele diário
em sua mente...
Seus olhos se fecharam,
Houve ameaças de uma lágrima,
Sua face era tão pálida...
Houveram tempos bons,
Uma gota de esperança...
Finalizou sua escrita,
Terminou seu lamento,
Sua vida era feita de sonhos,
Sonhos que giravam sobre seus desejos
mais profundos,
Sonhos de ser,de ter,de obter,
Sua própria vida sobre suas mãos...
Havia o badalar dos sinos na redenção,
E os tons claros do dia ao nascer,
A manhã inciava-se como todas de primavera,
Descrevia em seu diário inexistente
todas as listas dos seus planos,
Eles eram tecidos da matéria dos seus sonhos,
Descritos com toda minuancia merecida,
Parou então por um momento,
Contemplou suas próprias palavras,
E teve a certeza naquele momento,
Sua vida era tão inexistente quanto aquele diário
em sua mente...
Seus olhos se fecharam,
Houve ameaças de uma lágrima,
Sua face era tão pálida...
Houveram tempos bons,
Uma gota de esperança...
Finalizou sua escrita,
Terminou seu lamento,
Sua vida era feita de sonhos,
Sonhos que giravam sobre seus desejos
mais profundos,
Sonhos de ser,de ter,de obter,
Sua própria vida sobre suas mãos...
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