sexta-feira, 25 de abril de 2014

Eu vi o sol sobre seu rosto...
Me lembro como se fosse hoje...
Eramos apenas duas crianças...
Com o futuro pela frente...
E as palavras sempre foram dispensáveis...

Eu vi nossa história começar e acabar...
Não te direi meu nome...
Nem onde moro agora...
Não quero que siga minhas pegadas,
Eu sou o vento que se alastrou...

Não posso admitir,
Tudo que vivemos...
As coisas que jamais se apagam;
Mas não se pode viver de memórias...

Pegue minhas mãos,
E não me deixe acreditar,
Que isto é real...

Não tenho tesouros guardados...
Apenas um pobre coração;
Que hoje está em pedaços,
E há coisas que nunca mais voltaram...
E há coisas que nunca partiram...

Então não me deixe acreditar...
Só me faça entender,
Porque ainda te espero no mesmo lugar...
Com o mesmo coração...

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