Sou sua nobre pobre causa...
Que incendeia os pulsos...
Sou seu céu,seu sol...
Que queima a carne...
Sou sua vida,sua morte...
Que talvez nem possa dizer quem sou...
Sou a ferida, que dói...
Que sangra que fere e não sara...
Sou apenas eu...Sopro dos ventos...
De um passado angustiante...
De lembranças dolorosamente vivas...
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