Reduziu-se sangue sobre as veias,
Corre como se houvesse destino certo,
Indestrutível,
Cala-se,oh pobre sons,
Eis que a vela da vida queima,até morrer...
Suas preces,são cartas marcadas,
Seus pés com as impurezas improváveis e inaceitáveis,
Sobre as costas,
Cortam-se adagas infestadas por sangue inocente,
Há fontes de renovações,
Águas turvas,quais embriaga-se seus servos,
Olhos sobre sombras,
Carregadas de mil sensações,
Há um norte para um sul,
Onde o sangue que corre sobre as veias,
Já não é mais doloroso,
E suas mãos não possuiram mais o peso de um coração,
Reflete sobre as águas límpidas a pureza inegável,
Sobre os segredos da vida,
Em um baú preso aos labirintos,
Encontra-se o verdadeiro sentido do pulsar...
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