quarta-feira, 23 de junho de 2010


Tenho tentado permanecer aqui,
Como se nada fosse possível,
Como se nada fizesse sentido,
E pra nada servirá,
Se cegos não puderem realmente ver...
Se os nossos ouvidos não mais puderem ouvir,
Coisas das quais jamais alguém pode alcançar?
Somente o oculto som das almas aflitas podem serem ouvidos...
Somente a face negra da razão pode ser encarada...
Fecha os olhos,
E o pensamento percorre lhe sobre a mente...
Sinas permanecem sobre a estranha visão sobre o mundo...
Seus passos não levam a lugar algum...
E é incompreensível demais pra um só ser...
Ver o mundo todo se acabar...
Mãos frias deixam de mover-se em direção ao sol...
A noite,sonhos levam...
No dia,desperta os doces sonhos,
Incapazes,inalcançável...
Por apenas um único motivo...
Medo... Medo da vida...
Do desconhecido sentimento que confunde um
pobre coração que já está partido...

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