A dor doída,continuara a mesma,
Sua face era obscura,
Até mesmo de olhos fechados...
Sua paz,estava na fuga insana na busca por abrigo...
Respiração ausênte da presença constante...
Doces sonhos,
Embriagando as noites de luar...
Mais um livro,um romance,
Quem ninguém resolveu contar...
E a vida segue em instantes,
Onde os sons não podem chegar,
Teus olhos errantes,por fim vieram a se apaixonar...
Então segue-se em rimas,
O novo poema da vida,
Renasce timidamente...
Transcedendo o amanhecer...
Por fim há de morrer do amor mais marcante,
Que em olhos e semblante,desconhece o poder...
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