quarta-feira, 1 de junho de 2011


Sufocam-se sentimentos...
Sou o próprio vento no esquecimento...

A venda dos meus olhos foi arrancada...

O medo de abri-los me paraliza...

Então fico sem mover nenhum musculo por horas...

A vela que queima sua ultima luz...

Trazendo novamente o vazio...

Questões ilógicas de se fazer...

O mundo nos revela segredos insondáveis,

E o medo,novamente o medo,
Vem embriagar-me de sua forma mais pura...

Estou só,
Outra vez na escuridão...
E ninguém me encontrará aqui...

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