
Sufocam-se sentimentos...
Sou o próprio vento no esquecimento...
A venda dos meus olhos foi arrancada...
O medo de abri-los me paraliza...
Então fico sem mover nenhum musculo por horas...
A vela que queima sua ultima luz...
Trazendo novamente o vazio...
Questões ilógicas de se fazer...
O mundo nos revela segredos insondáveis,
E o medo,novamente o medo,
Vem embriagar-me de sua forma mais pura...
Estou só, Outra vez na escuridão...
E ninguém me encontrará aqui...
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